Sorrisos forçados...
Ele te olha com o canto do olho esquerdo, esboça um sorriso enorme e você jura que a oitava maravilha do mundo acaba de aparecer em sua frente. Ele te vê como ninguém, te toca como jamais alguém te tocou e diz as coisas mais estúpidas do mundo que nunca antes soaram tão corretas. Ele tem um perfume adocicado que você sempre achou tão gay, mas que agora corre maratonas para sentir essa droga novamente. Ele te liga duas da manhã pra dizer que torceu o pé jogando futebol e te faz morrer de preocupação. Ele abraça as amigas, troca torpedos com conhecidas e cumprimenta todas as loiras oxigenadas e morenas esculturais que passam na frente dele. Ele não tem planos para o futuro enquanto você sonha em cursar medicina. Ele não é o cara certo pra você, e você sabe disso. Ele não tem notas altas no colégio, não tem compromisso com porcaria nenhuma e te acorda todo o sábado de madrugada para conversar no celular. Suas amigas reviram os olhos quando você fala dele, sua mãe não suporta ouvir o nome dele e você jura que tudo isso não passa de diversão. Mas no fundo, admite vai… No fundo você sabe que ama cada milímetro daquela carcaça de idiota que ele faz questão de exibir. A voz dele te dá arrepios, as piadas que ele conta para os amigos faz dele o cara mais engraçado do mundo e toda a imperfeição dele te deixa louca. Você o leva a sério demais. E quando ele puxa a tua cintura para si mesmo, você gostaria de pedir para que ele ficasse. Você tem medo de que ele te deixe como já deixou tantas outras antes, você tem medo de encarar aqueles olhos escuros e desmoronar, tem medo de que ele não pense duas vezes antes de te derrubar. Você tem medo de que ele passe a se machucar e não te ligar mais; que ele não te acorde mais, mesmo quando você tem prova no dia seguinte. Você realmente não quer que ele vá embora, certo? Mas você sabe que ele vai. Sempre vai. Ele sempre te deixa. E nenhuma parte tua consegue se importar com isso e interromper o ciclo. Você quer mais. Mesmo sabendo do fim. Porque de certa forma, ele vale a pena.



LEIA ATÉ O FINAL, SE POSSIVEL:

  • Professor: Você é um cristão, não é filho?
  • Aluno: Sim, senhor.
  • Professor: Então, você acredita em Deus?
  • Aluno: Absolutamente, senhor.
  • Professor: Deus é bom?
  • Aluno: Claro.
  • Professor: Deus é todo poderoso?
  • Aluno: Sim.
  • Professor: Meu irmão morreu de câncer, embora ele orou a Deus para curá-lo. A maioria de nós iria tentar ajudar outras pessoas que estão doentes. Mas Deus não o fez. Como isso é um bom Deus, então? Hmm?
  • (Estudante ficou em silêncio.)
  • Professor: Você não pode responder, não é? Vamos começar de novo, meu rapaz. Deus é bom?
  • Aluno: Sim.
  • Professor: E satanás é bom?
  • Aluno: Não.
  • Professor: De onde é que satanás vem?
  • Aluno: A partir de ... DEUS ...
  • Professor: Isso mesmo. Diga-me filho, existe o mal neste mundo?
  • Aluno: Sim.
  • Professor: O mal está em toda parte, não é? E Deus fez tudo. Correto?
  • Aluno: Sim.
  • Professor: Então quem criou o mal?
  • (Aluno não respondeu.)
  • Professor: Existe doença? Imoralidade? Ódio? Feiúra? Todas estas coisas terríveis existem no mundo, não é?
  • Aluno: Sim, senhor.
  • Professor: Então, quem as criou?
  • (Aluno não tinha resposta.)
  • Professor: A ciência diz que você tem 5 sentidos que você usa para identificar e observar o mundo ao seu redor. Diga-me, filho, você já viu DEUS?
  • Aluno: Não, senhor.
  • Professor: Diga-nos se você já ouviu o teu Deus?
  • Aluno: Não, senhor.
  • Professor: Você já sentiu o seu Deus, provou o seu DEUS, cheirou o teu Deus? Alguma vez você já teve qualquer percepção sensorial de DEUS?
  • Aluno: Não, senhor. Me desculpe mas eu não tive.
  • Professor: Mas você ainda acredita nele?
  • Aluno: Sim.
  • Professor: De acordo com empírica, Protocolo, Testável demonstrável, da Ciência diz que o vosso Deus não existe. O que você acha disso, filho?
  • Aluno: Nada. Eu só tenho a minha fé.
  • Professor: Sim, fé. E com o que a Ciência tem problema.
  • Aluno: Professor, existe tal coisa como o calor?
  • Professor: Sim.
  • Aluno: E existe tal coisa como o frio?
  • Professor: Sim.
  • Aluno: Não, senhor. Não há.
  • (O auditório ficou muito quieto com essa sucessão de eventos.)
  • Aluno: Senhor, você pode ter muito calor, e ainda mais calor, superaquecimento, mega calor, calor branco, pouco calor ou nenhum calor. Mas não temos nada que se chame frio. Podemos atingir - 236º graus abaixo de zero que não é calor, mas não podemos ir mais longe que isso. O frio não existe. Frio é apenas uma palavra que usamos para descrever a ausência de calor. Não podemos medir o frio. O calor é energia. Frio não é o oposto de calor, senhor, apenas a ausência dele.
  • (Havia silêncio no auditório.)
  • Aluno: E sobre a escuridão, Professor? Existe tal coisa como a escuridão?
  • Professor: Sim. O que é a noite, se não existe a escuridão?
  • Aluno: Você está errado novamente, senhor. A escuridão é a ausência de algo. Você pode ter pouca luz, a luz normal, luz brilhante, luz piscante. Mas se você não tem luz constantemente, você não tem nada e você a chama de escuridão, não é? Na realidade não é. Se isso fosse correto, você seria capaz de fazer mais escura a escuridão, não seria?
  • Professor: Então, a qual ponto você quer chagar, rapaz?
  • Aluno: Senhor, o meu ponto é que a sua premissa filosófica é falha.
  • Professor: Falha? Você pode explicar como?
  • Aluno: Senhor, você está trabalhando na premissa da dualidade. Você argumenta que há vida e há morte, um Deus bom e um Deus mau. Você está vendo o conceito de Deus como algo finito, algo que podemos medir. Senhor, a ciência não pode explicar um pensamento. Ele usa eletricidade e magnetismo, mas nunca viu, muito menos completamente compreendeu qualquer um. Para ver a morte como o oposto da vida é ser ignorante do fato de que a morte não pode existir como algo substantivo.A morte não é o oposto da vida: apenas a ausência dela. Agora me diga, Professor, você ensina a seus alunos que eles evoluíram de um macaco?
  • Professor: Se você está se referindo ao processo evolutivo natural, sim, claro, eu faço.
  • Aluno: Você já observou a evolução com seus próprios olhos, senhor?
  • (O professor balançou a cabeça com um sorriso, começando a perceber aonde argumento estava indo.)
  • Aluno: Como ninguém jamais observou o processo de evolução em trabalho e não pode sequer provar que este processo é um empreendimento em curso. Você não está ensinando a sua opinião, senhor? Você não um cientista, mas um pregador?
  • (A classe estava em alvoroço.)
  • Aluno: Existe alguém na classe que já viu o cérebro do professor?
  • (A classe explodiu em gargalhadas.)
  • Aluno: Existe alguém aqui que já ouviu o cérebro do professor, sentiu, tocou ou cheirou? Ninguém parece ter feito isso. Assim, de acordo com as regras estabelecidas de protocolos empiricos, estável, comprovada, a Ciência diz que você não tem cérebro, senhor. Com todo o respeito, senhor, como então confiar em suas palestras, senhor?
  • (A sala ficou em silêncio. O Professor olhou para o aluno, com o rosto insondável.)
  • Professor: Eu acho que você vai ter que toma-las pela, fé filho.
  • Aluno: É isso senhor ... Exatamente! O elo entre o homem e Deus é fé. Isso é tudo o que mantém as coisas vivas e em movimento.


Se eu não posso te ter agora, eu esperarei.

Guns N’ Roses  (via sociedadedospoetasmortos)

(Source: orquestrando)



É apenas um aviso que eu deixo bem simples: Vem, que eu te cuido.

Caio Fernando Abreu.  (via sociedadedospoetasmortos)

(Source: re-novada)



Sinceramente? Certas pessoas eu preferia nem ter conhecido.

(Source: doces-venenos)



Eu sou chata até querendo ser legal.

(Source: querida-loucura)



Macho pra mim é aquele que cumpre sua palavra. O fodão é aquele que tem várias opções de mulheres e escolhe todos os dias a mesma. E o bonzão, é o que sabe o valor de uma mulher. Esse resto que fica ai andando pela rua achando que é homem, típico ”MENINO”, pra mim não serve!

- Tati Bernardi (via amandaaferreeira)


Eu só queria que você estivesse aqui, agora.
Passe o mouse aqui nenem

“Mas dá um frio na barriga, um tremor, um medo de depender de alguém, de sofrer, de escolher errado, de lutar por algo que não vale a pena. Porque o coração nem sempre é mocinho. Foi por isso que corri, tentei fugir, mas quando tem que ser, não adianta, será.”

Caio Fernando Abreu
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